sábado, 27 de agosto de 2011

Sobre a vida...(texto recebido por email, sem autor)

Passados mais de 30 anos, eis o que aprendi:
O Tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa.
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem
o que deveriam fazer.
O coração se rompe.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.
Mas..... os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto
tempo e quantos quilômetros estejam entre vocês.
Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade,
torcendo por você,intervindo a seu favor e esperando você de braços abertos;
abençoando sua vida!
Todos nós, quando iniciamos esta aventura chamada vida, não
sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante,
nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.
Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas,
alegria e festa. Amigo é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou
alegres.

CONSERVEM SEUS AMIGOS(as)!
PERDOE AS DESAVENÇAS QUANDO HOUVER,
SEJA FELIZ AO LADO DELES PORQUE O VALOR QUE ELES TÊM NÃO TEM
PREÇO...

domingo, 21 de agosto de 2011

TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS

Teroria das janelas partidas

Texto recebido por email, sem o nome do autor

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, idênticas, da mesma marca, modelo e cor. Uma deixou no Bronx, uma zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranqüila da Califórnia.
Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada lugar.
Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as janelas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.
É comum atribuir à pobreza as causas de delito. Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras (da direita e da esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada no Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.
O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o do Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro é capaz de disparar todo um processo delituoso?
Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.
Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que vale tudo. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Em experiências posteriores, James Q. Wilson e George Kelling desenvolverama 'Teoria das Janelas Partidas', a mesma que de um ponto de vista criminalístico conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.
Se se cometem 'pequenas faltas' (estacionar-se em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor à violência), estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinqüentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso dacidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: grafites deteriorando o lugar, sujeira das estações, ebriedade entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno, conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de 'Tolerância Zero'. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão 'Tolerância Zero' soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, nem da prepotência da polícia - de fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.
Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

sábado, 13 de agosto de 2011

O Raul...

O Raul
(Texto de Max Gehringer - CBN)

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.
Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.
Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.
Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.
Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.
Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional.
Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena? O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordarem de tal afirmação.
Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.
Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:...
ELE ENTENDIA DE GENTE!
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: “Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo".
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.
Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio.
Essa era a principal competência dele.
'Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes".

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

MARCAS DE BATON NO BANHEIRO

MARCAS DE BATON NO BANHEIRO

 
Num local de trabalho  estava ocorrendo uma
situação inusitada: mulheres que usavam batom, todos os dias beijavam
o espelho para remover o excesso de batom.

O diretor de pessoal andava bastante aborrecido, porque o pessoal da limpeza tinha um trabalho enorme
para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, no dia seguinte, lá
estavam as mesmas marcas de batom...

Um dia o diretor reuniu um bando de mulheres no banheiro e explicou pacientemente
que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas
faziam. Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...

No outro dia, o diretor juntou o bando de mulheres e o zelador no banheiro, e
pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador
imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.


Nunca mais apareceram marcas no espelho!


Moral da história: Há pessoas e PESSOAS, há gente e GENTE...
Comunicar é sempre um desafio!
Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.
Por quê?
•Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
•Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
•Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
•Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade. 
"O conhecimento a gente adquire com os mestres e os livros.
A sabedoria com a vida e com os humildes. " 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Casamento maldito

As bandeiras, causas e idéias foram substituídas por metas eleitorais. A luta foi substituída pelo apego aos cargos

01 de Agosto de 2011 às 09:06

Cristovam Buarque

A corrupção tem sido uma loteria ao contrário: o vencedor compra o bilhete e espera ser sorteado depois; o corrupto rouba primeiro porque sabe da pouca probabilidade de ser punido.
A impunidade é o pai da corrupção, a mãe é a falta de valores morais: de compromissos sociais e sentimento pátrio entre os que se dedicam à política.A vocação política deveria nascer do sentimento de responsabilidade com a coletividade, com o país, com a humanidade. Quando essa vocação surge, a vida pública é um sacrifício com o prazer de realizar a obra da construção do mundo. O político é um escultor. A escultura é o mundo que ele transforma por sua ação; e sua biografia termina esculpida por suas ações. Joaquim Nabuco é um dos exemplos brasileiros. Sua biografia se fez, enquanto ele esculpia a abolição da escravatura. Ele e sua carreira se confundiam com a luta e o resultado obtido.
Impossível imaginar Nabuco roubando porque, mesmo que houvesse impunidade no seu tempo, ele fazia política com o propósito de realizar seu compromisso social com os escravos, seu amor patriótico por um país sem escravidão. Políticos comunistas, socialistas e capitalistas liberais lutavam pela democracia, e pela igualdade e fraternidade. Seus partidos se organizavam por suas bandeiras para lutar por um país melhor para todos. A luta política era feita em trincheiras e o interesse político se realizava no coletivo.
Ao perderem bandeiras, os militantes se transformaram em filiados, os políticos em carreiristas e os partidos em clubes eleitorais. As bandeiras, causas e idéias foram substituídas por metas eleitorais; os discursos e convencimentos pela manipulação do marketing; e os candidatos e políticos substituíram os líderes e estadistas. A luta foi substituída pelo apego aos cargos.
Sem ideais e sem punição a porta da corrupção ficou escancarada. É isso que vem ocorrendo no Brasil. As forças liberais realizaram a democracia e sentiram-se livres para usar o Estado como o celeiro de onde tirar proveito privado, pessoal ou empresarial. Aqueles que além da democracia ainda continuaram lutando pela ética e por bandeiras sociais, ao perderem as convicções e propostas chegaram ao poder e passaram a conviver com a corrupção como um fato natural, não mais um crime da política contra o povo e o país.
Ainda mais grave: a política passou a oferecer o magnetismo das benesses e do enriquecimento fácil. A política permite o salto, de um dia para o outro, da sobrevivência com contra-cheque de assalariado para o poder de manejar bilhões de reais do dinheiro público.
Coincidindo a impunidade jurídica e a falta de valores morais, a corrupção torna-se um filho natural da política e gera netos hediondos, tais como, estradas paradas, porque a licitação foi burlada; alunos sem merenda, por causa do desvio de verbas; uma empresa escolhida no lugar de outra, porque pagou propina. Um triste produto desse casamento é a quebra da confiança nos políticos e a recusa dos jovens de ingressarem na política. Ainda pior é quando os mais velhos olham com desconfiança para os jovens que desejam fazer política, como se eles quisessem obter vantagens, e não oferecer sacrifício ao país. A política fica sem dignidade e os líderes que deveriam ser exemplos são vistos como aproveitadores.
Quando as bandeiras tradicionais morrem antes de serem substituídas por novas e a impunidade coincide com um marco jurídico impotente para enfrentar e combater a corrupção, o país entra em crise de credibilidade.
É necessário romper esse casamento maldito, acabando com a impunidade e consolidando novas bandeiras. Mas vivemos em um tempo em que as bandeiras morrem antes que novas surjam. As ideias só se transformam em causas quando o povo às entende e aceita. Mas hoje, a população está dividida entre uma parte pobre interessada apenas na solução dos problemas imediatos e uma parte rica desejosa de manter os benefícios aos quais está acostumada graças a um modelo de sociedade e economia que já não têm mais como manter tantos privilégios.
No vazio ideológico desse tempo, não se pode esperar até que novas causas sejam aceitas pela maioria. Por isso, a forma possível de enfrentar a corrupção no momento é romper o casamento maldito pelo lado da impunidade, eliminando-a enquanto os novos valores sociais vão sendo construídos aos poucos pela história.
Cristovam Buarque é professor da UnB e senador do PDT-DF

Texto retirado do blog Brasil 247

terça-feira, 26 de julho de 2011

A sabedoria de Napoleão

A SABEDORIA DE NAPOLEÃO BONAPARTE 
   Por: Professor Luiz Marins (*)

Segundo as leituras da época, sabe-se que Napoleão Bonaparte classificava seus soldados em 4 tipos: 

 
1. OS INTELIGENTES COM INICIATIVA; 
2. OS INTELIGENTES SEM INICIATIVA; 
3. OS IGNORANTES SEM INICIATIVA; E 
4. OS IGNORANTES COM INICIATIVA. 
* INTELIGENTES COM INICIATIVA: Napoleão lhes dava as funções de comandantes gerais. Eram os estrategistas;  
* INTELIGENTES SEM INICIATIVA: Napoleão deixava-os como oficiais para cumprir as ordens superiores  com diligência;  
* IGNORANTES SEM INICIATIVA: Napoleão os colocava na frente de batalha como "buchas de canhão"; e
 
* IGNORANTES COM INICIATIVA: Napoleão os odiava e não os queria em seus Exércitos.  
 
*Um ignorante com iniciativa é capaz de fazer besteiras enormes e depois dissimuladamente, tentar ocultá-las;  
*Um ignorante com iniciativa faz o que não deve, fala o que não deve, até envolve-se com quem não deve e depois diz que não sabia;
*Um ignorante com iniciativa faz perder boas ideias, bons projetos, bons clientes, bons fornecedores, bons homens públicos;  
*Um ignorante com iniciativa produz sem qualidade, porque resolve alterar processos definidos e consagrados; e  
*Um ignorante com iniciativa é, portanto, um grande risco para o desenvolvimento e o progresso de qualquer empresa e governo.
Desse último, não precisamos, nem Napoleão os queria.
E em sua vida, sua empresa e no governo do seu país ? 
Você sabe identificar em sua vida, em sua empresa e no governo os 4 tipos de soldados de Napoleão? 
E o que faz com cada tipo? 
Você sabe livrar-se do ignorante com iniciativa?
 
(*) autor Professor Luiz Marins

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Qual é seu caminho? Um papo de msn...

Mas amigo, me diz ai, qual é o  seu Caminho?

Assim...é uma resposta complexa...
 Você aprende a saber qual é o seu caminho ao olhar para o trajeto já  percorrido em sua vida, suas lutas,quedas e acertos. Sabe aqueles  momentos em que Deus te livrou de furadas?  Pois é, tá tudinho ali na sua própria história pessoal e familiar. Enfim, temos de aprender a ler na vida diaria,nas coisas mais simples a vontade do Senhor pra nossa vida. E  saiba, não há segredo algum: é um caminho de Cruz, porque  pra quem é Cristão, pra vencer nesse mundo, só passando pela Cruz. (uma pausa pra pensar...)

Tá bom, mas no percurso ...tem alegrias, tem vitórias...e muitos sorrisos! Entremeados pelo suor gelado da  renúncia a si mesmo,abnegação... Ora, tá no livro, pra você ser feliz  você tem de
"colocar o próximo em primeiro lugar...e só depois pensar em si mesmo"...
Em resumo, muitos nos criticam por sermos assim. Mas, eu vou um pouco além , eu  diria mesmo, que isso não  é religião. Isso é  vida. É  Experiência. E que  beleza quando esse viver está tomado da presença de Deus...bom, a gente se transforma num farol que ilumina os demais navegantes. Compreendemos nossa missão, acertamos nossas escolhas, por mais dificeis que sejam, e com mais facilidade  aceitamos nosso caminho quando não o podemos transformar e  seguimos  adiante. Mas, do contrário, quando estamos vacilantes,orgulhosos e independentes...nos apegamos a coisas frugais,passageiras e desimportantes e nos tornamos egoístas... e por consequencia infelizes.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pra galera que quer saber da minha vida...estou no Rio. on Twitpic

Pra galera que quer saber da minha vida...estou no Rio. on Twitpic

Tous les chemins - Souer Sourire



La la la la la, la la la la la
La la la la la la la
La la la la la, la la la la la
La la la la la la, la la la

Tous les chemins de ce monde
Te conduisent vers le ciel
Et le vent qui vagabonde
T'emmène vers le soleil

Et chantent les prés
Et chantent les fleurs
La joie est dans mon cœur
Et chantent les prés
Et chantent les fleurs
Moi j'ai ma joie dans le Seigneur

Tous les chemins de la Terre
Sont parsemés d'amitié
Et le regard de ton frère
Attend de te rencontrer

Et chantent les prés
Et chantent les fleurs
La joie est dans mon cœur
Et chantent les prés
Et chantent les fleurs
Moi j'ai ma joie dans le Seigneur

Tous les chemins de la plaine
S'en vont inlassablement
Malgré les joies et les peines
Vers l'horizon éclatant

Et chantent les prés
Et chantent les fleurs
La joie est dans mon cœur
Et chantent les prés
Et chantent les fleurs
Moi j'ai ma joie dans le Seigneur

Tous les chemins de la vie
Te demandent d'espérer
Le Seigneur qui te convie
Au banquet d'éternité

Et chantent les prés
Et chantent les fleurs
La joie est dans mon cœur
Et chantent les prés
Et chantent les fleurs
Moi j'ai ma joie dans le Seigneur

La la la la la, la la la la la
La la la la la la la
La la la la la, la la la la la
La la la la la la, la la la
http://www.bide-et-musique.com/song/3388.html

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Os Quatro Nãos da história


O saudoso D. Estevão Bettencourt, se referia muitas vezes ao que chamava de “Os Quatro Nãos da história”, que segundo ele foram responsáveis pela situação de descrença, materialismo, ateísmo, relativismo moral e religioso que vivemos hoje.

Segundo o mestre de muitos anos, o primeiro golpe foi o “Não à lgreja Católica”, dito pela Reforma protestante (séc. XVI).

Muitos homens continuaram a crer no Evangelho e em Jesus Cristo; não, porém, na Igreja fundada por Cristo. Os princípios subjetivos do “livre exame”, “sola Scriptura”, não à Igreja e ao Papa, não à Tradição Apostólica, estabelecidos por Lutero e seus seguidores, promoveu um esfacelamento crescente da Cristandade pela multiplicação de novas “igrejas”. Cristo foi mutilado. Segundo Teilhard de Chardin, “sem a Igreja Cristo se esfacela”. A túnica inconsútil do Mestre foi estraçalhada.

Até esta época da História, o mundo Ocidental girava em torno do ensinamento da Igreja, assistida e guiada pelo Espírito Santo. A Reforma “quebrou o gelo”, e inaugurou a contestação à doutrina ensinada pela Igreja, depois de quinze séculos. A partir daí muitas outras contestações foram inevitáveis. É preciso lembrar que após o início da Reforma, a Igreja realizou o mais longo Concílio Universal, o de Trento (1545-1563), por dezoito anos, e nada mudou da doutrina que recebeu de Cristo e dos Apóstolos.

O segundo golpe foi dado no século XVIII: foi dito um “Não a Cristo”. Não à religião Revelada por Cristo. Surgiu por parte do Racionalismo, que teve a sua expressão mais forte na Revolução Francesa (1789). Os iluministas, positivistas, introduziram a deusa da razão na Catedral de Notre Dame de Paris. Muitos pensadores passaram a professar o deísmo (crença em Deus como ser reconhecido pela razão natural apenas), em lugar do teísmo (crença em Deus que se revelou pelos profetas bíblicos e por Jesus Cristo).

Depois do Não à Igreja, veio o Não a Cristo.

O terceiro golpe foi dado no século XIX: o “Não ao próprio Deus” oriundo do ateísmo em suas diversas modalidades ateístas. A tomada de consciência da história e da sua influência, tal como Darwin e os evolucionistas a propuseram, contribuiu para disseminar o historicismo que coloca a história acima de Deus. Daí surgiu o relativismo e o ceticismo, que impregnaram muitas correntes de pensamento de então até os nossos dias. Hoje o Papa Bento XVI fala de uma “ditadura do relativismo”; que tenta negar a verdade objetiva.

Infelizmente assistimos hoje o triste espetáculo de pesquisadores que escrevem livros ensinando o ateísmo; difundindo isso nas universidades e afastando os jovens de Deus, como se crer fosse um subdesenvolvimento cultural ou mental.A mudança de mentalidade foi se realizando em velocidade crescente, principalmente a partir de meados do século passado (1850): o desenvolvimento das ciências e da técnica deixou os homens mais ou menos atordoados diante de perspectivas inéditas, sem que soubessem, de imediato, fazer a síntese dos novos valores com os clássicos.

O quarto Não é dito ao homem. Depois do Não à Igreja, à Cristo, à Deus, agora, como consequência, assistimos ao triste Não dito ao homem

São Tomás de Aquino dizia que “quanto mais o homem se afasta de Deus, mais se aproxima do seu nada”. É o que acontece hoje. Sem Deus o homem é um nada. O Papa João Paulo II disse na primeira encíclica que escreveu – “Jesus Cristo Redentor do Homem” – afirmou que “o homem sem Jesus Cristo permanece para si mesmo um desconhecido, um enigma indecifrável, um mistério insondável”.Quer dizer, sem Deus, sem Jesus Cristo, o homem é um desorientado; não sabe de onde veio, não sabe quem é, não sabe o que faz nesta vida, não sabe o sentido da vida, da morte, do sofrimento. E na agonia desse mistério insondável vive muitas vezes no desespero, como muitos filósofos ateus que desorientaram a muitos.

Esse Não dito ao homem, conseqüência dos Não anteriores, se manifesta hoje na perda dos valores transcendentes da pessoa humana, o desprezo pela sua dignidade humana, o desaparecimento do seu valor intrínseco. Isto se manifesta nas aprovações aberrantes de tudo que há 20 séculos ninguém tinha dúvida em condenar: aborto, eutanásia, manipulação e destruição de embriões, “camisinhas”, sexo livre, “família alternativa”, “casamentos alternativos”, e tudo o mais que a Igreja continua a condenar como práticas ofensivas a Deus e ao homem.

Mas em nossos dias nota-se um retorno aos valores eternos, que a Igreja guardou fielmente através das tempestades. Muitos se dão por desiludidos do cientificismo e do tecnicismo, e procuram de novo no transcendental os grandes referenciais do seu pensar e viver. A busca do ateísmo cede lugar de novo à consciência de Deus e dos valores místicos, sem os quais a vida humana se auto-destrói. O homem moderno percebe que os frutos da tecnologia por si só não lhe satisfazem; a prova disso é que crescem as mazelas humanas: depressão, guerras, injustiças, imoralidade…

A sociedade moderna decaiu. O Modernismo, o Relativismo e o Indiferentismo Religioso dominaram o mundo. Os dogmas foram desprezados; a fé e a moral calcados aos pés. Em lugar de Deus o homem idolatra-se a si mesmo, o dinheiro, a Ciência, o prazer da carne, … o pecado. O mundo moderno não deu atenção ao Papa Pio IX quando este apontou os erros que lhe levariam ao caos em seu Syllabus; não quis ouvir a voz da Igreja no Concílio Vaticano I, quando este mostrou a harmonia entre fé e razão e a suprema autoridade do Papa. Não ouviu também o apelo dos Papa Leão XIII, Pio X, Pio XI, Bento XV, Pio XII… quando eles apontaram os males do mundo moderno em suas encíclicas de fundo moral e social.

O resultado de tudo isso é a decadência moral, ética e sobretudo religiosa que assistimos hoje, razão de tantas desordens, crises e sofrimentos. Tudo nos faz lembrar a máxima de São Paulo: “O salário do pecado é a morte” (Rm 6,23). Por tapar os ouvidos à voz de Deus anunciada ao mundo pelos últimos Papas, o mundo experimentou duas terríveis guerras mundiais com mais de 60 milhões de mortos, e depois a tragédia do nazismo e comunismo com mais de 100 milhões de vítimas,

A sociedade moderna, enfim, rejeitou a voz da Igreja e dos Papas e preferiu dar ouvidos aos hereges. Hoje querem destruir a Igreja com um programa laicista em escala mundial. Por isso tudo, o homem moderno mergulha no caos do pecado e nas sombras da desesperança e da morte. Eis que surge mais uma vez o Vigário de Cristo a falar da Esperança que nasce em Deus (Salvi Spes). Será que será ouvido?

Somente abandonando os “valores” modernistas e deixando-se guiar pela Igreja é que a nossa Civilização poderá superar suas crises e dores. Está na hora da Civilização Ocidental voltar-se novamente a Jesus Cristo, que a espera de braços abertos.

A Igreja terá novamente de salvar a nossa Civilização, que começa a desabar, como há 13 séculos quando ela desabou com o Império Romano. Estejamos preparados.

Queridos, este texto é ótimo e infelizmente não sei o seu autor. Rezemos por ele.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Para que servem os militares?

"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público.   É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."

BARACK OBAMA no MEMORIAL DAY  (Dia do Veterano)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Buenos Aires IV



Chegando ao final da viagem. Os doláres acabaram. Mala cheia de alfajores. Acho que metade deve ficar na aduana. Estou feliz porque finalmente consegui ir ao jardim japonês,uma indicação do meu grande amigo, Mr Anderson. Trata-se de um imenso jardim temático, muito bem cuidado e cheia de criancinhas que só falam ingles. Tá bom, tinha um colégio americano inteiro passeando por lá, cujos estudantes loirinhos são filhos de diplomatas que moram na zona nobre da cidade. E claro, tinha 2 japas...um na portaria e outro numa fotografia na parede.

O dia foi especial também porque finalmente eu fiquei frente a frente com o Abaporu,sabe? Então, aquele quadro da Anita Malfatti, verdadeira obra prima da arte moderna brasileira em sua fase antropofágica ( valeu as aulas Prof Severino) . Uma emoção e tanto no Malba ( museu de arte moderna latino americana). Uma jogada de Marketing e tanto. Um empresario argentino arrematou o quadro em um leilão e trouxe pra argentina. No Malba virou uma espécie de Monalisa. Todo brasileiro que conhece um mínimo da historia da cultura nacional, vai ao Malba olhar o Abaporu. Eu não conheço mas assisti terça insana no teatro sao pedro e isso me motivou um apreço especial por esse quadro. E que saber? Ele tá bem cuidado aqui na Argentina gente, só não se pode alimentá-lo, nem tirar fotografias!
Bem, verdade que ainda não sei definir bem o que é um Abaporu...mas eu vi,eu estava lá! Não dei comida pro bichinho, mas não resisti e tirei uma foto proibida ao lado do quadro. Deixo minha homenagem ao pessoal do terça insana helloooooo, olaaaaaaaa, aline dorel, to com tu! Não, não to maluco, depois tu olha lá no youtube. Terça Insana, Aline dorel, são as palavras chaves.

Ah gente, que cidade limpinha. Difere de Paris porque aqui eles tomam banho. Os croissants são deliciosos. Trânsito é organizado e os taxistas são educados. Única coisa ruim é que não respeitam as faixas de pedestres, e até em Brasília já fazemos isso. Ou melhor, só lá né. Buenos Aires é uma cidade quase maravilhosa. Pro dez, só faltam só o Corcovado e as praias. Mas ai também seria uma covardia.

Isso me faz pensar o que deu errado por aqui. Há 60 anos eles estavam anos luz na frente do Brasil, economicamente e socialmente falando. Basta pensar que esta arquitetura toda já existia, metrô e as largas avenidas. E a quantidade de livrarias na Corrientes? Caraca...o que deu de errado aqui? Era pra esse país estar na frente da América do sul. A resposta, quem me deu foi um taxista: esse país é dominado por sindicalistas...são todos peronistas. Bem...depois de 2 governos do PT...e já no terceiro fico a pensar se também não vamos perder o bonde mais uma vez...efeito Orloff?

Bem, é a terceira vez que venho aqui e quero voltar mais pra descobrir como dançam o tango. Eu vou ensinar o funk pra eles e me ensinam o tango. Legal né? Vá el lacraia..Vá el lacraia..! A cada esquina da cidade quando a gente acha que já viu tudo, depara-se com uma nova surpresa. Gente tem até favela! Dá ultima vez não tinha! O velho e novo integram-se nas praças e até no "Subte" o metrô deles, que dizem data de 1908. Nos trilhos eles alternam um carro moderno e outro original cujo interior é todo em madeira. O preço da tarifa? Meros $1, 20 ...divida por 2,5 e terá o valor em reais!

Sim, real forte é algo que nos enche de orgulho. Pra quem viveu a época da hiperinflação no Brasil sabe muito bem o que é isso. Interessante tirando uma loja de havaianas na florida não vi nenhum produto brasileiro sendo vendido por aqui. Nenhuma marca de perfume, de roupa, nem biscoito recheado. Talvez os carros, né...não sei, não dou muita bola pra isso, entao nao percebi nada.

Andava todo altivo nas calles. To me achando? sim eu tava...um ponto preto no meio da multidão. Hoje fez frio e finalmente pude por meu casacão naftalinado. É velho e em Brasilia nunca sai do plástico. Aqui ele quebrou o galho. Mas enfim, que país interessante. Volto dez vezes aqui aí sim vou ao nosso nordeste. Ah, não tenho praia no meu DNA...desculpem...e claro aqui é muito mais barato!!!

Olha, cansei de escrever e não to afim de revisar...vou postar mais umas fotinhas e deu pra ti. Amanhã...porto alegre. Brigado raros leitores!





































domingo, 22 de maio de 2011

Buenos Aires III

Estimados e Raros leitores

Então...domingo, 22 de maio e muita, mas muita chuva em Buenos aires. Acordamos cedinho, detonei o estoque de croissants do Hotel N Hache Florida. Poucos paulistas no salão. A maioria já voltou pra Higienópolis e ou ABC. Aliás, voltando a fakar do hotel, esse aqui peca pela falta de um ar-condicionado. É um calorão só...ainda bem que na rua faz frio.

Bom, às 8.30 já estavamos na rua dos três sargentos correndo atrás de Missa. Só eu e marta na rua, chuva e o vendedor de jornal . Participamos da Missa na nossa paróquia em Buenos Aires: Basílica do Santíssimo Sacramento. Explico: em Brasilia é o mesmo nome da nossa paróquia também.  A igreja de Buenos Aires é um belissimo templo católico forrado de ouro. Já estivemos lá muitas vezes desde nossa primeira visita aqui lá por mil novecentos e....bonde. A  Igreja estava quase vazia...uns velhinhos, uns ratos de sacristia e nós.  Ouvios um sermão impecável de um jovem missionário cheio de Deus no coração. Lindas palavras ( as que eu entendi, obiviamente) Não que eu não compreenda o castelhano, mas é que o som era horrivel! Tudo bem na minha paróquia brazuca es lo miesmo!

Depues...partimos pra rua. pegammos a calle  Florida e então subimos a calle Corrientes. Pra minha surpresa hoje tinha até argentino na rua! Bacana observar os nativos. Durante esses dias só tinha boliviano, e paulista a cada 5 metros... Minha intenção pra essa manhã era tirar umas fotos no Congresso Nacional Argentino mas não foi possivel. Primeiro porque Marta ficou com fome e tivemos de parar. Depois, por que a chuva apertou. Mas talvez o principal motivo é que eu estava literalmente perdido, tipo assim, sem noção mesmo, e sem a menor paciencia pra me fazer entender por um portenho nesse domingo sombrio...

 Todavia, o Senhor coloca anjos na nossa vida! Percebi atrás dos tribunais um simpático  senhor lavando a calçada com uma mangueira em dia de chuva. Eu pensei....bom, deve ser um português!Bem, não era e me perdoem os patricios.  Ele me deu algumas coordenadas que não entendi. Só entendi o que ele falou sobre não ser uma região segura. Pra quem já morou no Rio, e tem  7 anos de praia , entende perfeitamente o que isso significa: meia volta volver! E foi assim que achamos o restaurante e almoçamos pasta com salsa parisien. Bão...

Para a tarde seria San Telmo e adjacências,mas com chuva será cama, TV e alfajores! Pior...to quase indo embora e ainda nao consegui ver o Abaporu...

Chega de falação...vou postar umas fotinhas, com minha especialissima maquina sem flash e que adora comer uma pilha recarregavel...volto amanhã. Abração a todos os nossos raros leitores!

















sábado, 21 de maio de 2011

Buenos Aires II

Raros leitores, eis me acá otra vez.

Mais um dia agitadissímo em Buenos Aires, especialmente  pra minha digníssima. O foco do dia foram as compras. Depois do desayuno regado a medialunas, começamos o giro na Recoleta ao lado do cemitério griffe da cidade. Confesso que  que meu astral estava mesmo de velório até porque sabia que iria terminar a minha jornada  com sensivel estrago na reserva de verdinhas...

O simpático Alberto, um argentino de quase 2 metros de altura, nos conduziu num tour insólito por lojas, galpões e shoppings  em bairros chiques e populescos. Sem dúvida, o motorista mais culto que já conheci. O cara sabe tudo de história portena.  Ah, e conosco havia  um casal de sampa, um coronel e uma capitão da PM, que praticamente passaram o dia conosco.

Bem, confesso que rodamos a cidade toda nos principais centros de compras. Ao passarmos num bairro que não lembro o nome Alberto contou que era um local onde há muito judeus e inclusive destacou que o  comércio estava  fechado pro sábado. Rodamos bastante com nosso motorista reclamando do transito e atendendo o chatíssimo nextel a cada minuto.

Com relação a nossas aquisições olhamos muito e compramos "pouco".
 Eu usei a futura viagem à Miami como carta na manga toda vez que a Marta vinha querer que eu experimentasse uma roupa ou visse um produto mais caro. Não funcionou...

 Depois, almoçamos num restaurante chamado La Chacra na calle Córdoba próximo a calle 9 de julho. Linda decoração...parece um clube de caça. Adorei e politicamente incorretissimo! Verdadeiro atentado ecológico. Sabe aqueles cervos com galhada enorme que a gente vê em filme ? Pois é...tinha uns quantos com a cabeça pendurada nas paredes.  Confesso que dei nomes a alguns deles que eu gostaria estivessem enquadrados lá! Bah, mas era tanto bixo empalhado que eu acho que em buenos aires não tem viado: eles cortam a cabeça colocam como premio...hehe!!!  Tá bão , apaga pra  isso...

 Bom, mas....voltando ao almoço, detonei um chorizo com papas maravilhoso.Carne macia e saborosa...e salgada ($$$$), diga-se de passagem. No final ganhamos uma champagne Demi Sec marca diablo de cortesia.

A tarde voltamos ao Hotel NH florida e em seguida  para partimos  ao Puerto Madero. Andar a pé pelo centro de Buenos Aires é muito interessante. A cada esquina uma surpresa seja arquitetônica ou nos tipos esquisitos com que a gente se depara. Achei até um Irish Pub na rua da Reconquista.No final da Rua tem a toree de los ingleses. Tudo a ver né?! Em outras ruas secundárias como a ruas dos três sargentos eu  achava que estava caminhando nas ruas do centro de Porto Alegre numa tarde de outuno. É claro, sem sujeira, camelôs e moradores de rua...

Tirei várias fotos com minha máquina quebrada e sem flash. Como diz um amigo lá de sampa : é o que tinha pra hoje.




















sexta-feira, 20 de maio de 2011

Buenos Aires

Cada um tem a sua Disney. A minha é Buenos Aires. É uma sensação agradável sentir-se na Boulevard Saint Germain ou na Rive Gauche parisiense sem sair da América do Sul. Só 3, 5  horas do Rio. Tudo bem que voar pela TAM é o caos, sem ar condicionado e com péssimo atendimento das flight attendants  mas afinal é South american way, né.

De qualquer forma, sentar-se num café, comer uma medialuna ( croissants) mesmo que esse treco engorde pacas é para mim, entrar num parque temático. É bom fugir da routine, e da secura do planalto central, por mais que eu ame Brasília.








To afim de comprar uma camiseta com os dizeres: " Eu não quero comprar couro". Meu Deus que vendedores chatinhos. Já não basta minha dignissima querendo comprar tudo? hehe Brincadeira, ela é otima compania. Bem, postei umas fotinhos e vou pro tango jantar com meus simpáticos amigos paulistas. ( Eles invadiram a cidade).